Sou meu maior inimigo.
terça-feira, 29 de junho de 2010
domingo, 27 de junho de 2010
Não sei bem para onde ele foi.
De uns tempos para cá tem me deixado a deriva, a mercê de idéias tão malucas, que nem eu mesma me reconheço.
Tenho procurado por ele em todos os lugares, mas ele insiste em fugir, se escondendo nos cantinhos mais complicados, mais obscuros.
Ás vezes me prega peças que me deixam atordoada, penso que seria muito melhor viver sem ele.
Afinal,porque sofrer tanto, pensar tanto, querer tanto, racionalizar tanto, ponderar tanto.
Se ele me acompanha, nada disso acontece, tudo fica certinho, no lugar.
Em alguns momentos corro ele da minha vida, eu mesma, com meu jeito meio doidivanas, passional, intensa(como muitos gostam de falar).
Ás vezes me faço de certinha, só para tê-lo por alguns dias ou somente por algumas horas comigo.
Mas quando volto a ser eu mesma, lá vai ele,embora novamente.
Pois é... se alguém encontrá-lo por aí, me avise.
Meu Juízo anda perdido, e acho que esqueceu o caminho de casa.
sábado, 26 de junho de 2010
Afinal. O que é o amor?
É algo que sentimos? Que vivemos? Que escolhemos?
É algo que sentimos? Que vivemos? Que escolhemos?
Que queima o corpo a alma, que faz tremer no calor e suar no frio.
Não podemos explicar quando ele chega, e nem tão pouco quando ele vai.
Pode surgir do nada, de onde menos esperamos.
Sem ele nos sentimos perdidos,e quando finalmente o temos em nossas vidas, simplesmente o abandonamos ou viramos as costas cruelmente,em alguns casos fingimos que ele não está lá e o deixamos em um canto qualquer.
Não podemos explicar quando ele chega, e nem tão pouco quando ele vai.
Pode surgir do nada, de onde menos esperamos.
Sem ele nos sentimos perdidos,e quando finalmente o temos em nossas vidas, simplesmente o abandonamos ou viramos as costas cruelmente,em alguns casos fingimos que ele não está lá e o deixamos em um canto qualquer.
E porquê?
Acredito que o amor é para poucos, é para corajosos que possuem a impetuosidade para sentir tudo,viver tudo, sem reservas, sem convenções, sem restrições...
E principalmente, sem vergonha de demostrar isso.
Mas falo de amor verdadeiro, não das paixonites que diariamente aparecem em nossas vidas.
Não as acho ruins, elas servem para muitas coisas, uma delas inclusive,na minha opinião, nos preparar para algo maior.
Não quero ser piegas tentando explicar algo que não precisa ser explicado, não precisa ser teorizado, não precisa ser entendido.
Palavrinhas doces, melosas, tentativas vãs de demonstrar algo, que muitas vezes somente um olhar pode dizer.
É louco? Faz perder a razão, os sentidos? Sim. Digo que sim.
Palavrinhas doces, melosas, tentativas vãs de demonstrar algo, que muitas vezes somente um olhar pode dizer.
É louco? Faz perder a razão, os sentidos? Sim. Digo que sim.
Tudo tem sido uma surpresa na minha vida nos últimos meses.
E assim espero que continue sendo...
Não quero dias cinzas,saudações forçadas, não quero lembranças amargas e muito menos sorrisos sem graça.
Não quero discussões sem motivos, abraços sem emoção.
E assim espero que continue sendo...
Não quero dias cinzas,saudações forçadas, não quero lembranças amargas e muito menos sorrisos sem graça.
Não quero discussões sem motivos, abraços sem emoção.
Não quero um amor pela metade,não quero amar pela metade.
Quero sentimento e emoção.
E quero que venha naturalmente... do coração.
quinta-feira, 24 de junho de 2010
Insônia
Olhos parados, a penumbra do quarto é hipnotizante e a cabeça funcionando frenéticamente cria o clima perfeito para as mais loucas fantasias.
O coração dispara descontrolado.
As paredes brancas aguçam meus sentidos e meu olhar se fixa no pequeno ponto ao lado da cama.
Desde quando estava lá?
Sombras dançam nas paredes e meu pensamento se perde no meio de teorias, segredos, tristezas, alegrias, frustrações, desejos, perversões... tudo surge como um turbilhão, sem medidas, deixando a noite longa como se não fosse acabar.
Depois de duas noites sem dormir a vida toma novas formas, novas cores, aquilo que antes parecia simples torna-se um fardo, o pensamento mais puro, transforma-se em algo assustador.
A cama torna-se pequena, os lençois armadilhas, as roupas insuportáveis.
Olho o relógio, é como se estivesse parado, é como se não trabalhasse tornando tudo lento e agoniante.
Os primeiros raios de sol despontam, e meus olhos parecem duas poças de água parada, sem vida.
O dia começa em camêra lenta e assim vai ficar até a noite chegar, transformando tudo em sonho.
Quem sabe o que acontecerá, só a noite dirá...
quarta-feira, 23 de junho de 2010
Entrei, Como estrondo eu entrei

Baby estrago eu sei que causei!
Visível, tocável e irreal
Brinquei
Com tua alma e rasguei
Baby teu corpo eu mastiguei
Lembra de quando eu vim para cá, a primeira vez?
Virei tua vida de cabeça para baixo
E você bem mansinho
Porque amor quente que nem o meu
Você nunca teve nessa vida
Desse jeito não
É então vem cá
Vem sentir a minha pele em brasa
E o gosto forte da minha boca
Faz tudo como se fosse a última vez
Faz porque hoje eu vou embora
Cotidiano
.....Sempre ouvi falar que quanto mais idade, mais experiência se adquiri; posteriormente mais maturidade, sucesso, segurança, enfim, os objetivos antes traçados rumo a dita felicidade são alcançados. Logo, há mais punho para encarar as situações que nos são apresentadas no decorrer da vida, e assim quem sabe, o amadurecimento ajude a tirar as pedrinhas que surgem durante o caminho. E enfim, "felicidade completa".
.....Mas vejo o contrário de tudo isso. Vejo indivíduos realmente frágeis, tão frágeis que se contradizem. Eles são engraçados! Não importa a idade, quando o assunto é "escolha", eles acabam se mostrando inseguros e vulneráveis. Trinta, quarenta, cinqüenta anos? Realização? Pode ser um blefe!
.....Muito tempo na internet, horas extras no trabalho, noites perdidas pra ganhar tempo, a armadilha do corpo feito, um mundo doido lá fora querendo mais do que se pode dar, mais do que podemos dar. Nos doamos demais, nos perdemos e perdemos a vida para o sistema.
Seria isso um problema da sociedade contemporânea? Muito trabalho, muito estudo, muita correria e pouco/nada muitas outras coisas? Dentre elas a maturidade de andarmos com nossos próprios pés pra levarmos a vida como queremos? Talvez... Mas de fato uma pena! Vivemos em uma sociedade que exige tanto que acabamos esquecendo de nos impor.
.....Buscamos com enorme proporção o dito sucesso, renunciamos um mundo a nossa volta, e acabamos nos perdemos em meio esse planeta de informações. Até que o equilíbrio passa a não fazer mais parte de nós.
.....Hoje vejo a vida como uma linha ilusória, o real andamento das relações é outro. É como um labirinto, com um caminho estreito e fantasioso...
Pensamentos contrapõem com a realidade, de fato, ela nua e crua é muito dura. Perder pra se encontrar é necessário, se não, encarar tudo isso fica ainda mais árduo.
Abstrair é preciso!
.....Mas vejo o contrário de tudo isso. Vejo indivíduos realmente frágeis, tão frágeis que se contradizem. Eles são engraçados! Não importa a idade, quando o assunto é "escolha", eles acabam se mostrando inseguros e vulneráveis. Trinta, quarenta, cinqüenta anos? Realização? Pode ser um blefe!
.....Muito tempo na internet, horas extras no trabalho, noites perdidas pra ganhar tempo, a armadilha do corpo feito, um mundo doido lá fora querendo mais do que se pode dar, mais do que podemos dar. Nos doamos demais, nos perdemos e perdemos a vida para o sistema.
Seria isso um problema da sociedade contemporânea? Muito trabalho, muito estudo, muita correria e pouco/nada muitas outras coisas? Dentre elas a maturidade de andarmos com nossos próprios pés pra levarmos a vida como queremos? Talvez... Mas de fato uma pena! Vivemos em uma sociedade que exige tanto que acabamos esquecendo de nos impor.
.....Buscamos com enorme proporção o dito sucesso, renunciamos um mundo a nossa volta, e acabamos nos perdemos em meio esse planeta de informações. Até que o equilíbrio passa a não fazer mais parte de nós.
.....Hoje vejo a vida como uma linha ilusória, o real andamento das relações é outro. É como um labirinto, com um caminho estreito e fantasioso...
Pensamentos contrapõem com a realidade, de fato, ela nua e crua é muito dura. Perder pra se encontrar é necessário, se não, encarar tudo isso fica ainda mais árduo.
Abstrair é preciso!
Assinar:
Comentários (Atom)



